Como resultado de mi estancia de investigación en Portugal durante el mes de septiembre y de las visitas y entrevistas realizadas en el CEOS, la Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, la Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, el i3S, INESC TEC y el Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto y su Galeria da Biodiversidade, mañana presentaré en el CEOS el seminario «Comunicar ciencia: del laboratorio a la calle».
El encuentro comenzará a las 16:30 horas y podrá seguirse también en línea, de forma gratuita, previa inscripción.Será una oportunidad para conectar el trabajo de campo realizado en el Norte de Portugal con mi experiencia al frente de la UCC+i de la Universidade de Vigo hasta 2026. Las entrevistas muestran que comunicar ciencia ya no consiste únicamente en explicar mejor un resultado. Significa traducir sin banalizar, construir relatos rigurosos, diseñar experiencias, escuchar a la ciudadanía y evaluar qué cambia realmente después de cada actividad.
De esta investigación surge el Modelo Participativo de Comunicación Pública de la Ciencia, basado en cinco dimensiones interrelacionadas: traducción, narrativa, experiencia, participación e impacto.
Hablaremos de los formatos que funcionan, de aquellos que han perdido eficacia y, sobre todo, de cómo convertir el conocimiento científico en una conversación socialmente significativa.
Una investigación no cambia la sociedad cuando se publica. La cambia cuando alguien la comprende, la incorpora a su vida y la convierte en una decisión, una conversación o una acción.
Hora: 16:30
Modalidad: presencial y en línea
Como resultado da minha estadia de investigação em Portugal durante o mês de setembro e das visitas e entrevistas realizadas no CEOS, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, no i3S, no INESC TEC e no Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto e na sua Galeria da Biodiversidade, amanhã apresentarei no CEOS o seminário «Comunicar ciência: do laboratório para a rua».
O encontro terá início às 16h30 e poderá também ser acompanhado online, gratuitamente, mediante inscrição prévia.
Será uma oportunidade para relacionar o trabalho de campo realizado no Norte de Portugal com a minha experiência à frente da UCC+i da Universidade de Vigo até 2026. As entrevistas mostram que comunicar ciência já não consiste apenas em explicar melhor um resultado. Significa traduzir sem banalizar, construir narrativas rigorosas, desenhar experiências, escutar a cidadania e avaliar o que muda realmente depois de cada atividade.
Desta investigação nasce o Modelo Participativo de Comunicação Pública da Ciência, baseado em cinco dimensões interligadas: tradução, narrativa, experiência, participação e impacto.
Falaremos dos formatos que funcionam, daqueles que perderam eficácia e, sobretudo, de como transformar o conhecimento científico numa conversa socialmente significativa.
Uma investigação não transforma a sociedade quando é publicada. Transforma-a quando alguém a compreende, a integra na sua vida e a converte numa decisão, numa conversa ou numa ação.
Hora: 16h30
Modalidade: presencial e online
Communicating science: from the laboratory to the street
Following my research stay in Portugal in September and the visits and interviews conducted at CEOS, the Faculty of Engineering of the University of Porto, the Faculty of Medicine of the University of Porto, i3S, INESC TEC, and the Natural History and Science Museum of the University of Porto and its Biodiversity Gallery, tomorrow I will present the seminar “Communicating Science: From the Laboratory to the Street” at CEOS.
The seminar will begin at 4:30 p.m. and can also be followed online, free of charge, with prior registration.
It will be an opportunity to connect the fieldwork conducted in Northern Portugal with my experience leading the Science Culture and Innovation Unit at the University of Vigo until 2026. The interviews suggest that science communication is no longer simply about explaining a research result more clearly. It involves translating without trivialising, building rigorous narratives, designing experiences, listening to citizens and evaluating what actually changes after each activity.
This research has led to the Participatory Model of Public Science Communication, based on five interconnected dimensions: translation, narrative, experience, participation and impact.
We will discuss which formats work, which have lost effectiveness and, above all, how scientific knowledge can become a socially meaningful conversation.
Research does not change society when it is published. It changes society when someone understands it, incorporates it into everyday life and turns it into a decision, a conversation or an action.
Time: 4:30 p.m.
Format: in person and online